Saiba como a cultura organizacional impacta na colaboração da organização e o que fazer para promover mais integração entre os times.

Estamos cada vez mais conectados. Em poucos cliques, podemos ter o mundo na palma de nossas mãos, eliminando barreiras físicas e distâncias.

A nossa vida em sociedade mudou muito nos últimos anos. E as facilidades proporcionadas pela tecnologia nos proporcionou mais informação, agilidade e facilidade nas mais variadas tarefas.

Ainda assim, muitas empresas insistem em viver no passado com uma realidade totalmente diferente daquela que experienciamos em nossas vidas. Os processos são burocráticos, pouco intuitivos, demorados. A possibilidade de interação com outros departamentos e cargos é quase impossível. 

Com isso, a empresa sofre com uma comunicação de baixa fluidez e com uma cultura em que a colaboração e a inovação parecem não ter vez.

É tempo de repensar a cultura organizacional

Em meio a tantas mudanças ocasionadas pela transformação digital, as empresas que desejam seguir em frente e crescer, precisam compreender os efeitos que a cultura interna traz para o convívio entre as pessoas. E isso não vale apenas para os colaboradores, como também, para os clientes e parceiros.

É preciso evoluir para ambientes que permitam maior colaboração e compartilhamento. Portanto, é chegado o momento de distribuir a tomada de decisão e criar processos mais ágeis.

Como resultado, os colaboradores terão mais poder e, consequentemente, trabalharão de maneira mais autônoma e responsável.

Saiba que é a maneira como a comunicação e o relacionamento dentro da organização se dão que determinam o quão colaborativa a empresa será. Portanto, é preciso repensar a cultura interna para tornar o negócio mais ágil e inovador.

Como promover uma cultura colaborativa

1. Mindset de gestão compartilhada

Na era da transformação digital, o mindset precisa deixar de atuar com base no comando e no controle para se voltar à colaboração. Com isso, as pessoas são reconhecidas umas pelas outras e pela sua relevância, não por cargos.

Para tanto, o trabalho deve assumir um significado maior e os processos devem ser contar com a participação de todos. 

Assim, as pessoas são incentivadas a buscar e compartilhar informações sem medo. Ao mesmo tempo, o controle é substituído por acordos entre os envolvidos. 

2. Decisões compartilhadas

Decidir de maneira conjunta é a base para uma cultura compartilhada. Além disso, colocar a tomada de decisão nas mãos de poucas pessoas é extremamente arriscado para o ambiente volátil, ágil e incerto em que estamos vivendo.

Para que isso aconteça, a opinião do time é considerada e as tarefas são delegadas. Assim, todos se sentem responsáveis pelo negócio e se envolvem com maior afinco nas atividades.

3. Comunicação interna

Para uma cultura colaborativa, a comunicação precisa ser diferente da tradicional. Especialmente pelo espaço que a internet e a tecnologia estão ocupando em nossas vidas.

A comunicação precisa ser integrada, rápida e aberta. Portanto, trazer a tecnologia e as premissas das redes sociais para dentro da empresa pode fazer toda a diferença.

4. Vida pessoal e profissional em uma só

Por fim, é preciso se livrar do antigo conceito de que a vida pessoal e a profissional são coisas distintas. 

Somos seres complexos e nossa personalidade, emoções e história de vida interferem diretamente em nossos trabalhos, e não apenas na vida profissional.

Entender e respeitar as diferenças é uma importante base da colaboração. Afinal, é apenas quando um EU encontra o OUTRO que um NÓS transformador pode acontecer.

Será que não está na hora de promover profundas mudanças na cultura interna da sua empresa?

AUTOR

RH Digital

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